06 junho 2008

Defender a nossa Identidade cultural; SEMPRE..

NOTA DE IMPRENSA Gabinete do Dep. José RIBEIRO E CASTRODelegação do CDS/Partido Popular no Parlamento Europeu Críticas de Ribeiro e Castro por ocasião da Exposição "Entre o Homem e o Touro"
"A imposição judicial de restringir a transmissão de touradas na RTP é um sinal lamentável de activismo judiciário, uma decisão irresponsável que insulta gratuitamente todo o mundo taurino e que ofende uma componente importante da cultura portuguesa e de outros povos" - declarou o eurodeputado José Ribeiro e Castro, ontem ao fim do dia, em reacção à notícia da decisão tomada pela 12.ª Vara Cível de Lisboa.
Recorde-se que a juíza da 12.ª Vara Cível de Lisboa deferiu uma providência cautelar interposta pela Associação Animal de que resulta a proibição da transmissão em directo da 44.ª Corrida TV, que se realiza em Santarém às 17h00 do próximo domingo. Segundo o tribunal, o canal televisivo é obrigado a transmitir a corrida de touros apenas entre as 22H30 e as seis da manhã e com um identificativo visual apropriado - a "bolinha vermelha"."Os tribunais não se fizeram para militâncias ideológicas" - prosseguiu Ribeiro e Castro. "Este tipo de pressões para restringir ou proibir a transmissão televisiva de touradas é um claro atentado à cultura, à inteligência e à liberdade".O deputado democrata-cristão acabava de participar na inauguração da exposição "Entre o Homem e o Touro" no Parlamento Europeu, em Bruxelas, promovida pela "Mesa del Toro" - confederação de 15 associações de 8 sectores tauromáquicos espanhóis - e pelo deputado do Partido Popular espanhol Luís de Grandes Pascual.
Este evento juntou centenas de participantes, entre os quais quatro ex-presidentes do Parlamento Europeu, o Presidente do Partido Popular Europeu, deputados ao Parlamento Europeu de diversos partidos e nacionalidades, ganaderos como Eduardo Miúra e algumas das maiores figuras do toureio como o espanhol Enrique Ponce, o português Victor Mendes, o colombiano César Rincón e o francês Sebastián Castella.Na ocasião, Ribeiro e Castro cumprimentou os organizadores pela iniciativa e fez votos para que, num futuro próximo, a especificidade da Corrida à Portuguesa possa merecer divulgação em moldes idênticos. "É fundamental que o mundo taurino se organize e reaja contra este gravíssimo sinal do tribunal de Lisboa. É um apelo que deixo a ganaderos, toureiros, forcados, aficionados, gentes das artes, cultura e comunicação, dirigentes de organizações sociais, profissionais e políticas" - alertou José Ribeiro e Castro.E acrescentou "A tauromaquia é parte integrante do nosso património artístico e cultural. Constitui um veículo privilegiado de transmissão de valores e de saberes que não pode nem deve ser desvalorizado. Os crescentes ataques de que o Mundo Rural e as suas tradições vêm sendo alvo deveriam motivar uma reacção firme e coordenada por parte das suas principais associações"."Assistimos presentemente a uma clara investida contra as corridas de touros assente em premissas ideológicas. O que aí se revela não é mais do que uma manifestação de totalitarismo cultural a que importa resistir e responder." - continuou o eurodeputado. "O evento organizado pela Mesa del Toro é um exemplo que temos que seguir também em Portugal, onde este vírus totalitário também já está a chegar e, pelos vistos, ao sítio que mais devia defender a liberdade e os direitos fundamentais: os tribunais".Esta semana realizaram-se também em Bruxelas, no Parlamento Europeu, iniciativas visando impor a proibição das corridas de touros. A campanha anti-taurina chama-se "For a bullfighting-free Europe" (Por uma Europa sem corridas).Comentando estas últimas iniciativas, o eurodeputado democrata-cristão declarou: "Só confirma o que acabei de dizer e demonstra o momento de perigo em que estamos. São forças organizadas e muito agressivas, a que importa saber responder. No ano que a União Europeia consagrou como o Ano do Diálogo Intercultural, é caricato e extremamente grave assistir a tentativas tão sectárias de impor uma cultura uniforme".

23 maio 2008

29 abril 2008

23 abril 2008

Al berto

Esta é uma das casas que pertenceu ao poeta Al berto, e que ainda existe em Sines, o palácio que outrora lhe pertenceu já desapareceu para dar lugar a apartamentos. Esta está à espera que a Câmara de Sines se lembre dela???

01 abril 2008

Sempre ao lado dos "melhores"!!

È o Gajo é....





















19 março 2008

18 março 2008

União Budista Portuguesa apela ao boicote de produtos chineses

A União Budista Portuguesa vai apelar ao «boicote sistemático à compra de produtos chineses, em Portugal e em todo o mundo». Paulo Borges, presidente da União Budista, disse ao SAPO que é preciso «fazer sentir à China que a sua política está isolada».
É nesse sentido que estão a convocar para amanhã, às 19h, uma manifestação frente à Embaixada da República Popular da China. «O intuito», explica Paulo Borges, «é continuar a manifestar, pacificamente, a nossa indignação perante o que se passa no Tibete».
Reagindo à possibilidade de renúncia de Dalai Lama ao cargo que ocupa, Paulo Borges diz que «Sua Santidade o Dalai Lama apenas coloca a hipótese de abandonar as funções de Chefe do Governo Tibetano no Exílio, caso o povo tibetano opte pela via da violência, mas nunca as de Dalai Lama, ou seja, de líder espiritual. Penso que é uma forma de se manter coerente com a sua opção pela não-violência, desde há seis décadas, e de mostrar à comunidade internacional não ser ele o responsável pela vaga de violência no Tibete.».
A
União Budista Portuguesa está ainda a promover uma petição online para que a Assembleia da República aprove uma moção de censura à sistemática violação dos Direitos Humanos e das Liberdades Política e Religiosa no Tibete, por parte do Governo Chinês.
«Sabemos que o governo português, tal como os governos mundiais, coloca em primeiro lugar as questões económicas e sacrifica por isso as cusas humanitárias», afirma Paulo Borges. A petição reuniu em 10 dias 4000 assinaturas, o que torna a sua discussão obrigatória por parte da Assembleia. «Esperamos que isto faça sentir aos nossos representantes que ao ignorarem a causa tibetana não correspondem ao sentimento profundo do povo português», remata o presidente da União Budista em Portugal.
Vera Moutinho@

Liberdade para o Tibete

Petição a favor da aprovação pela Assembleia da República de uma moção que condene a Violação dos Direitos Humanos e da Liberdade Política e Religiosa no Tibete
Participe no link em baixo:

14 março 2008

Sócrates

Sócrates é moralmente frágil e, por isso, apesar da fugaz teimosia colérica, não aguenta apupos.

Rir amarelo

Sócrates tentou ontem (sic) mostar ao País aquilo que não é. Queria fazer as pazes, pedir desculpa, trocar a imagem (por uma melhor) qual menino mal comportado a pedir uma oportuninade ( uma nova oportunidade). Mais uma vez escrupulosamente tentou aproveitar a deixa (dada ou a pedido, pela sic) para se redimir, para dizer que até tem bom coração.
Mas os Portugueses conhecem-no bem, a ele e ás suas politicas, à sua arrogância, à sua frieza.
Mas acima de tudo um pormenor me ficou na retina: Ele que perante qualquer intervenção se apresenta com um sorriso nos lábios, ontem na reportagem não se ria, isto quer dizer que o seu risinho do dia-á-dia é um rir amarelo "marketizado" e em estado normal não anda sempre a rir-se. Seria bom sim que quem tivesse motivos para rir fossem os Portugueses, mas esses estão debaixo das suas ineficazes politicas. Só mentes realmente fracas se deixam ir em palavrinhas mansas e qualidades vazias como as que ontem pulverizou o País.

12 março 2008

Festa do Forcado


Barrancos Festa em Abril


13 Março

A UNESCO juntou-se à Repórteres Sem Fronteiras para assinalar amanhã o 1º Dia Internacional da Liberdade de Expressão Online. A iniciativa assume-se como mais uma forma de pressão junto dos governos que perseguem os movimentos online anti-regime. (Tek)

11 março 2008

Fernanda Tadeu, na manifestação de professores (Mulher de António Costa)


(*) Fernanda Tadeu é mulher de António Costa, actual Presidente da Câmara de Lisboa e antigo número dois do Governo liderado por José Sócrates.
Fotos: Paulo Vaz Henriques

10 março 2008

IRRITANTE .....

Alguém viu este "boquinha de riso" por aí este fim-de-semana nalgum noticiário??
Mandou falar , um dos seus "esquerdistas amestrados" ainda por cima de má qualidade com o discurso mais estúpido que sempre existiu em Portugal que é:
Eu é que fiz o 25 Abril (ainda nem sequer era nascido, mas fui eu) calem-se com essa merda de discurso que dá nojo, mais valia dedicarem-se a por em práctica aquilo que são os valores da liberdade, e não a alinharem por aquilo que tanto criticavam no antigo regime, e que hoje seguem como alunos aplicados...

Será que o PS aguenta???????


O primeiro-ministro disse no sábado uma frase que lhe pode custar muito caro: "Não posso recuar naquilo em que acredito e em que estou absolutamente convencido".
A afirmação foi feita numa reunião do PS. Disse ainda que a saída da ministra da Educação não está nem nunca esteve em causa e fez a sua total profissão de fé na política da 5 de Outubro e em quem a conduz.
Com o que disse, colou-se de tal forma à ministra que hoje já não parece possível imaginar cenários com Maria de Lurdes Rodrigues fora da Educação. A cair um, caem os dois.
Que muitos professores e os partidos da oposição não deixarão de atacar a ministra, é óbvio; que, se este não fosse um Governo de maioria absoluta, já vários ministros teriam perdido as respectivas pastas, é uma evidência; que o primeiro-ministro e o Governo estão com Maria de Lurdes Rodrigues, também. A dúvida está em saber até onde aguentará o PS este Governo, até quando o PS, uno e (quase) coeso, continuará a apoiar o actual secretário-geral.
José Sócrates só tem consigo os seus indiscutíveis - ou seja, alguns dos seus ministros. Os barões, que até agora têm estado mais ou menos silenciosos (à excepção de Alegre) irão manter-se eternamente discretos? João Cravinho, Jorge Coelho e Ferro Rodrigues não são, claramente, "yes men" de Sócrates. Soares não morre de amores pelo primeiro-ministro e António Costa e António José Seguro estão fora do Executivo.
O apoio do PS ao Governo parece ter resistido à pressão de 80 mil manifestantes. E se forem 90? E se forem cem mil? Resta a Sócrates descobrir o que Cavaco, enquanto primeiro-ministro, não encontrou: uma forma de combater a crispação crescente da sociedade sem mudar o chefe do Governo.

João Garcia, subdirector do Expresso

07 março 2008

Terrugem Festival Taurino

Grandioso Festival Taurino, na Praça de Toiros da Terrugem dia 27 Junho, em breve toda a informação.

05 março 2008

Bandarilheiro


Júlio Pomar

Moura


Em pleno sec XXI, ...

Coreia do Norte
Executadas 13 mulheres e dois homens por entrarem ilegalmente na China
As autoridades da Coreia do Norte executaram 13 mulheres e dois homens acusados de entrarem ilegalmente na China, em busca de alimentos, denunciou uma associação humanitária sul-coreana.

Segundo a associação Good Friends, sedeada em Seul, estas execuções públicas ocorreram a 20 de Fevereiro, na cidade de Onseong, nordeste do país.
De acordo com a associação, que cita um responsável local não identificado, as execuções destinaram-se a dissuadir a entrada ilegal na China, cada vez mais numerosa, proveniente do outro lado da fronteira.
«Desaparecer e atravessar ilegalmente a fronteira para visitar familiares na China tornou-se um hábito para alguns. Abatemo-los para fazer passar a mensagem» , disse a fonte.
Milhares de norte-coreanos fogem da pobreza alimentar crónica e da repressão, no seu país, e tentam entrar na China, mas são geralmente repatriados.
Pequim recusa a estes ilegais o estatuto de refugiado político, por considerar que buscam na China «vantagens económicas».
O repatriamento para a Coreia do Norte, após uma fuga do país, significa frequentemente a prisão num campo de trabalhos forçados, tortura, ou execução sumária, segundo associações internacionais de defesa dos Direitos Humanos.
Lusa / SOL

03 março 2008

Os comunistas foram ao cinema eheheheh

Os comunistas foram ao cinema ver Call Girl. Deram-lhe bola preta. Não por causa dos méritos ou deméritos da realização de António-PedroVasconcelos. Mas porque o protagonista do filme é (supostamente) um autarca corrupto do PCP. O verdadeiro comunista não se deixa deslumbrar pelas curvas sinuosas de Soraia Chaves, que passa metade do tempo mais despida do que a Avenida da Liberdade no Inverno - põe é oolho na filiação partidária de Nicolau Breyner, e denuncia: "É absurdo que se procure fazer a identificação do autor da corrupção com um presidente de câmara comunista, quando a realidade mostra que tem sidoo PCP que menos motivos tem dado para ser apontado como exemplo depráticas de corrupção no poder local."Quem escreveu isto não foi um velhinho que ajudou à queda de NicolauII. Foi Abílio Fernandes, actual deputado do Partido Comunista Português e antigo presidente da Câmara de Évora, num pequeno texto deopinião publicado no Público. Foi secundado por dois ilustrescompanheiros de partido, Vítor Dias e Sérgio Ribeiro. Foi depois rebatido por Nicolau Breyner e António-Pedro Vasconcelos, que, em declarações ao Correio da Manhã, garantiram que o autarca não é do PCP(a sua filiação partidária nunca é explicitamente referida) e que o mais provável é Abílio Fernandes ter visto o filme "a dormir". Tendo em conta a já referida performance de Soraia Chaves, posso assegurar que Call Girl dá tudo menos sono. A questão, de facto, não é essa - é outra, bem mais interessante.Call Girl conta a história de um autarca alentejano que resiste à construção de um megaempreendimento turístico, até ao momento em que uma prostituta de luxo é contratada para o fazer mudar de ideias. Se
os comunistas fossem capazes de ver no mundo outras cores para além do vermelho, perceberiam que Call Girl não é um filme sobre corrupção - é um filme sobre a paixão e o poder das mulheres. Aquele autarca nunca é retratado de forma negativa. Pelo contrário, no início é apresentado como um homem íntegro, que resiste corajosamente à investida do grande capital (esse malandro), até ao momento em que Soraia Chaves se lhe atravessa no caminho com dois argumentos imbatíveis. Na verdade, a personagem de Nicolau Breyner não se deixa corromper - ela deixa-se seduzir. Perdidamente. A corrupção é apenas um efeito secundário da paixão. É sintomático que no século XXI os comunistas continuem aconfundir os dois conceitos, preferindo perorar sobre "opções ideológicas manipuladoras" e a propagação de ideias subversivas.Soraia está nua e Abílio pensa na militância. É por isso que o Muro de Berlim caiu.

João Miguel Tavares (DN)


PS em DERROCADA

Barómetro Marktest: PS e Sócrates continuam a cair Pelo terceiro mês consecutivo, o PS volta a registar uma queda nas intenções de voto, as quais se situam agora nos 36,1%, revelam os dados obtidos pelo Barómetro Político Marktest referente ao mês de Fevereiro. O mesmo acontece com o líder do partido e primeiro-ministro, José Sócrates.
Depois de terem conseguido 38,1% das intenções de voto em Janeiro, os socialistas registam agora uma quebra de 2%, enquanto os seus principais adversários, o PSD, mantém praticamente inalterada, face ao mês anterior, a sua percentagem – 33,4%. Ou seja, menos 2,7 pontos percentuais do que o PS.
Reforçadas surgem as intenções de voto no PCP/CDU (12,8%), coligação que alcança, em Fevereiro de 2008, o valor mais alto desde Janeiro de 2007, percentagem que mantém os comunistas à frente de outras forças políticas, como o BE (8%) e o CDS/PP (5.6%).
A subir estão também as intenções de voto no Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, político que, depois de registar uma queda em Janeiro de 2008, sobe agora dois pontos percentuais nas preferências dos portugueses, apresentando um score positivo de 66,2%.

Triste relação!!!







Todos eles são "Beirões"; agora tirem as Vossas conclusões!!!!

22 fevereiro 2008

O "Estado" do País


O Estado e os políticos são os principais visados
SEDES alerta para crise social de contornos difíceis de prever
21.02.2008 - 23h00 Luciano Alvarez (Jornal Público)
Sente-se em Portugal “um mal estar difuso”, que “alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional”. Este mal-estar e a “degradação da confiança, a espiral descendente em que o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento”. Este é um dos muitos alertas lançados pela Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES) - uma das mais antigas e conceituadas associações cívicas de Portugal –, num documento hoje concluido e dirigido ao país.Sente-se em Portugal "um mal-estar difuso", que "alastra e mina a confiança essencial à coesão nacional". Este mal-estar e a "degradação da confiança, a espiral descendente emque o regime parece ter mergulhado, têm como consequência inevitável o seu bloqueamento". E se essa espiral descendente continuar, "emergirá, mais cedo ou mais tarde, uma crise social de contornos difíceis de prever".Este é um dos muitos alertas lançados pela Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (Sedes) - uma das mais antigas e conceituadas associações cívicas portuguesas -, num documento ontem concluído e dirigido ao país.Esta tomada de posição é uma reflexão sobre o momento que Portugal vive, com a associação a manifestar o seu dever de ética e responsabilidade para intervir e chamar a atenção "para os sinais de degradação da qualidade de vida cívica". Principais visados: o Estado, em geral, e os partidos políticos, em particular.E para este "difuso mal-estar", frase que é o pilar de todo o documento, a Sedes centra-se em algumas questões: degradação da confiança no sistema político; sinais de crise nos valores, comunicação social e justiça; criminalidade, insegurança e os exageros cometidos pelo Estado.Acirrar de emoçõesO acentuar da "degradação da confiança dos cidadãos nos representantes partidários" de todo o espectro político é o primeiro alerta da associação. E, aqui, os relatores do documento (ver texto nestas páginas) não têm dúvidas sobre a crise que surgirá caso não seja evitado o eventual fracasso da democracia representativa: "criará um vácuo propício ao acirrar das emoções mais primárias em detrimento da razão e à consequente emergência de derivas populistas, caciquistas, personalistas".E para que a democracia representativa seja preservada, a Sedes aponta três metas aos partidos: "Têm de ser capazes de mobilizar os talentos da sociedade para uma elite de serviço; a sua presença não pode ser dominadora a ponto de asfixiar a sociedade; e não devem ser um objectivo em si mesmos".A associação considera ainda preocupante "assistir à tentacular expansão da influência partidária" - quer "na ocupação do Estado", quer "na articulação com interesses da economia privada". Outro factor que a Sedes diz contribuir para a "degradação da qualidade da vida política" é o resultado "da combinação de alguma comunicação social sensacionalista com uma justiça ineficaz", que por vezes deixa a sensação de que "também funciona subordinada a agendas políticas". Essa combinação "alimenta um estado de suspeição generalizada" sobre a classe política. "É o pior dos mundos", acrescentam. "Sendo fácil e impune lançar suspeitas infundadas, muitas pessoas sérias e competentes afastam-se da política, empobrecendo-a."Neste capítulo, o Estado, que "tem uma presença asfixiante sobre toda a sociedade", também não é poupado: "Demite-se do seu dever de isenta regulação, para desenvolver duvidosas articulações com interesses privados, que deixam em muitos casos um perigoso rasto de desconfiança".E nesta sequência de constatações sobre o comportamento dos agentes do Estado, surge pela primeira vez a palavra "corrupção". "É precisamente na penumbra do que a lei não prevê explicitamente que proliferam comportamentos contrários ao interesse da sociedade e ao bem comum. E é justamente nessa penumbra sem valores que medra a corrupção, um cancro que corrói a sociedade e que a justiça não alcança."Criminalidade e exagerosE depois vêm a criminalidade e os recados aos exageros do Estado directamente dirigidos à ASAE, embora esta autoridade nunca seja explicitamente citada. A Sedes não tem dúvidas em afirmar que a criminalidade violenta "progride"; que a "crescente ousadia dos criminosos transmite o sentimento de que a impune experimentação vai consolidando saber e experiência na escala da violência"; e que, enquanto "subsiste uma cultura predominantemente laxista no cumprimento da lei, em áreas menos relevantes para as necessidades do bom funcionamento da sociedade emerge, por vezes, uma espécie de fundamentalismo ultrazeloso, sem sentido de proporcionalidade ou bom senso". "Calculem-se as vítimas da última década originadas por problemas relacionados com bolas-de-berlim, colheres de pau ou similares e os decorrentes da criminalidade violenta ou da circulação rodoviária e confronte-se com o zelo que o Estado visivelmente lhes dedicou."Por tudo isto, e para evitar que se chegue à já referida "crise social de contornos difíceis de prever", a Sedes apela depois à sociedade civil para intervir e participar "no desbloqueamento da eficácia do regime". Mas, para que isso aconteça, será necessário que o Estado se "abra mais do que tem feito até aqui".Prestar contasE aqui, as principais críticas vão para os partidos. Para a Sedes, a dissociação entre os eleitores e os partidos "deve preocupar todos aqueles que se empenham verdadeiramente na coisa pública e que não podem continuar indiferentes perante a crescente dissociação entre o conceito de res publica e o de intervenção política". Partidos que, de acordo com a Sedes, "têm a obrigação de prestar contas de forma permanente sobre o modo como o exercem". "Em geral, o Estado tem de abrir urgentemente canais para escutar a sociedade civil e os cidadãos. Deve fazê-lo de forma clara, transparente e, sobretudo, escrutinável. Os portugueses têm de poder entender as razões que presidem à formação das políticas públicas que lhes dizem respeito", conclui o documento.

19 fevereiro 2008

Couvert

Ninguém é obrigado a pagar couvert se não o pedir, mesmo que o coma
A Associação Portuguesa de Direito do Consumo (APDC) alertou hoje que qualquer consumidor pode recusar pagar o couvert que habitualmente os restaurantes colocam na mesa dos clientes sem ser pedido, mesmo que seja consumido.
Segundo a associação, se o cliente recusar pagar o couvert e o restaurante exigir o dinheiro, o proprietário do estabelecimento poderá estar a incorrer no crime de especulação.Se num restaurante colocarem a «entrada» na mesa sem o cliente a pedir, em circunstância alguma terá de a pagar, defende a APDC porque como o couvert lhe foi apresentado sem o ter pedido, poderá mesmo consumi-lo sem ter de o pagar, porque a lei a tal não obriga.«O consumidor não fica obrigado ao pagamento de bens ou serviços que não tenha prévia e expressamente encomendado ou solicitado, ou que não constitua cumprimento de contrato válido, não lhe cabendo, do mesmo modo, o encargo da sua devolução ou compensação, nem a responsabilidade pelo risco de perecimento ou deterioração da coisa», explica a APDC em comunicado.«Não são os usos comerciais que fazem lei. É a lei expressa que tem de ser observada com todo o rigor. A aposição dos acepipes na mesa - sem prévia solicitação - pode configurar um ilícito», ao abrigo do o n.º 4 do art.º 9.º da Lei de Defesa do Consumidor, lê-se no mesmo texto.Segundo a Associação Portuguesa de Direito do Consumo, o DL 143/2001, de 26 de Abril, corrobora esse entendimento no seu artigo 29, ao consagrar que «é proibido o fornecimento ou a prestação de serviços ao consumidor que incluam um pedido de pagamento, sem que este os tenha previamente encomendado».A associação acrescenta que «o destinatário de bens ou de serviços recebidos sem que por ele tenham sido encomendados ou solicitados, ou que não constituam o cumprimento de qualquer contrato válido, não fica obrigado à sua devolução ou pagamento, podendo conservá-los a título gratuito».A APDC sublinha ser a mesma lei a consagrar que a «ausência de resposta do destinatário não vale como consentimento».Qualquer empresário de restauração que não respeite estes preceitos legais incorre no pagamento de coimas que, nos casos de sociedades mercantis, oscilam entre os 3.500 e os 35.000 euros, além de eventuais penas acessórias, refere o mesmo comunicado.Acrescenta ainda que a Lei Penal do Consumo (art.º 35 do DL 28/84, de 20 de Janeiro) tem também solução para os autores de tais ilegalidades, prevendo uma pena de prisão de seis meses a três anos e multa não inferior a 100 dias pelo crime de especulação.
Fonte:Lusa / SOL

13 fevereiro 2008

Uma notícia histórica para um espectáculo histórico!

Julian Jaen

Ya han dado el primer paso. Por primera vez en la historia de la democracia española un partido político, el PP (Partido Popular) incluye en su programa electoral el compromiso de defender la Fiesta de Toros desde su contenido como patrimonio cultural y desde su aportación ecológica y económica. Para quienes, desde hace muchos años, venimos demandando y exigiendo al sector político una definición clara y sin ambigüedades sobre el toreo, la noticia es una satisfacción personal. Para el toreo, la mejor de todas las noticias posibles. El aficionado ya tiene un criterio a la hora de decidir cómo y donde puede apostar por el futuro de la Fiesta. Por sus raíces, por sus convicciones.
Reconocemos todos los apoyos particulares que miembros del PSOE han hecho a favor de esta corriente, como los de Andalucía, pero este paso era insospechado. Viene en el mejor de los momentos, cuando más y más fuerte se ha agredido al toreo. Viene para decirle decir al aficionado que tenemos la posibilidad de poner fin al temor de nuestro futuro. Es una noticia histórica para un espectáculo histórico. Es la mejor de todas las noticias posibles.
El toreo no puede vivir de voluntades personales, sino de posiciones morales, políticas y sociales colegiadas. Este es un espectáculo cuyo derecho tradicional fue ratificado en Francia en los años 60. Por eso se celebran toros en este país vecino. Esta es una actividad que aporta el 1,55 al PIB (Producto Interior Bruto) de España. Una actividad que tiene en su extensión verde y ecológica (la dehesa) una extensión superior a la provincia de Vizcaya en donde se preserva fauna y flora en vías de extinción. Este es un espectáculo saneado en deuda pública y del que se recaudan buenos ingresos administrativos. Todo esto lo reconoce ahora el PP. Han movido ficha. Ahora nos toca moverla a nosotros.
(Em Portugal continua o desprezo pela nossa cultura e pelas nossas tradições, seria bom seguir o exemplo de Países civilizados e desenvolvidos como França e Espanha e assumir aquilo que nos diferencia de todos os outros, as nossas tradições além de serem a nossa vivência cultural, são ao mesmo tempo um bem de "escassez" que nos pode trazer imensos frutos.....em inumeros campos)
Senhores aficionados não nos podemos esquecer que os antitaurinos são dezenas, e nós somos milhões, não os podemos deixar levantar cabeça com os seus falsos e gastos argumentos, vamos sim disfrutar e divulgar aquilo que é nosso, sem VERGONHA E COM TODAS AS NOSSAS FORÇAS!)

Beeeleeeeza

Assim se embeleza Portugal , anda cá Siza!
Espreite no link abaixo:

Arrogan(te)mente!!!

socrates el aldrabon. com este gajo a ética bate no fundo, a verdade é relativa, a mentira é a regra e a relação minima de confiança que deve haver entre o governante e o eleitorado consegue descer abaixo de zero. socrates acha que qualquer tipo de denuncia em relação á sua pessoa é uma conspiração internacional, é uma cabala contra si. tem dificuldades em viver com a critica e prestar contas sobre as suas incongruencias e mentiras descaradas, nunca. com socrates tudo é relativo, tudo é possivel..até ele ser engenheiro, astronauta, veteranario, medico e calista.
(Comentário publicado (Pag Expresso por Odisseia na Terra) sobre noticia em que Pedro Santana Lopes pede a sócrates para explicar sobre assinatura de projectos que não eram seus)

11 fevereiro 2008

Verdade!

"O aparelho público usa os seus poderes para controlar, não para servir o público. O Governo Sócrates não é socialista, reformador ou sequer maçon. É só corporativo".
João César das Neves, "Diário de Notícias", 11-02-2008

28 janeiro 2008

Badajoz Elvas

O artigo abaixo explica bem a situação, agora no nosso caso (Elvas / Badajoz) é ainda mais evidente o fosso entre os dois lados da fronteira.

Os Caramelos Espanhóis!

Afrase é do insuspeito presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte (CCDRN), Carlos Laje, e foi proferida a este jornal em Maio do ano passado "O Norte está no seu pior momento". Agora, passado quase um ano, não parece estar melhor.Perante esta evidência, que é suportada nos números e visível no dia-a-dia das pessoas, nem o facto de Carlos Laje liderar uma das melhores e mais qualificadas equipas dirigentes da história da CCDRN nos pode servir de magro contentamento, porque isso por si só não basta - nem bastará nunca, num quadro de mera desconcentração de poderes, sem qualquer autonomia política - para alavancar o desenvolvimento que deixámos de ter, ao ritmo que se desejaria.Basta olhar para o vizinho do lado, para a Galiza, para percebermos que o crescimento e desenvolvimento do Norte nas últimas duas décadas deixam imenso a desejar. Uma comparação que seria pior ainda sem a plena integração portuguesa no espaço político e económico europeu e o correspondente advento dos fundos estruturais, mesmo que estes tenham sido mal aplicados, desbaratados ou desviados para finalidades espúrias.Longe vai o tempo em que a Galiza era uma das regiões mais pobres da Europa e, manifestamente, o "patinho feito" do Estado espanhol. Nessa altura, até o Norte português servia de "El Dorado" para os remediados galegos que o demandavam em busca de uma vida melhor. E nós, os portugueses do Norte, apenas visitávamos a Galiza pelas únicas três coisas que a mais atlântica região de Espanha tinha para nos oferecer um caminho até Santiago para a expiação dos males terrenos; uma excursão até Vigo por causa do inovador "El Corte Inglés"; e os caramelos comprados em Tui, logo ao passar da fronteira, numa espécie de ingénua analogia com Elvas e Badajoz, reflexo de um país triste e atrasado que julgava ser auto-suficiente em quase tudo (e o melhor do Mundo em muitas coisas…), menos nos ditosos caramelos espanhóis.Daí para cá, andámos a divergir, o que quer dizer que a Galiza cresceu a um ritmo mais acelerado do que o Norte de Portugal. Não é por masoquismo, é por necessidade de fazermos alguma coisa contra este estado das coisas, que vale a pena insistir nos dados que nos vão confrontando com a real dimensão do nosso atraso no que diz respeito ao rendimento disponível bruto das famílias ("per capita"), o Norte português encontra-se na cauda de todas as regiões ibéricas, enquanto na Galiza esse mesmo rendimento chega a ser o dobro! Aliás, nem precisamos da muleta da estatística: basta atravessar a fronteira e percebem-se a olho nu as diferenças - acentuadas nos anos mais recentes - entre estas duas regiões historicamente irmanadas.Querem assustar-se com mais alguns números, sobretudo com aqueles que mais directamente percepcionamos, porque nos mexem no bolso? Vamos a isso, que infelizmente eles são aos magotes nos últimos dez anos, a riqueza produzida no Norte (por habitante, em paridade do poder de compra) desceu dos 67% da média comunitária para os 59%. E apesar de a região albergar dois terços dos trabalhadores por conta de outrem, a desqualificação da sua mão-de-obra tem uma relevante consequência prática: em termos médios, segundo dados de 2006, um trabalhador do Norte recebe mensalmente menos 78 euros do que a média nacional e menos 252 euros do que um lisboeta. Se fizermos as contas ao ano inteiro, são menos 1092 e 3528 euros, respectivamente.Há que fazer alguma coisa, e não ficar eternamente à espera que uma solução milagrosa caia do céu - ou que o poder sediado em Lisboa contribua para essa solução. Até porque também existem muitas culpas próprias no estado lastimável a que o Norte chegou.Neste quadro, talvez não fosse má ideia aproveitar o dinamismo insuflado na Universidade do Porto pela equipa liderada pelo reitor Marques dos Santos e, juntando-lhe as universidades públicas de Aveiro e do Minho, eventualmente com o apoio logístico da CCDRN e do INE, criar um grupo que monitorize em permanência a Região Norte nos seus múltiplos aspectos. Um grupo de base académica, prestigiado e politicamente independente, que funcionaria como "lobby" assumido, organizado e transparente para pressionar o Poder Político a entender, de uma vez por todas, que existem problemas nacionais - os problemas que ditam o atraso do país - que só podem ser resolvidos no plano nacional quando forem prioritariamente resolvidos na Região Norte.
Luís Costa escreve no JN, semanalmente, aos sábados

18 janeiro 2008

Fantasma?


A sua imagem continua por aí, as suas práticas também; mas agora: mais requintadas, mais evoluidas, mais proveitosas para quem as pratica.
Portugal Séc.XXI

14 dezembro 2007

Praça Toiros Terrugem

Grupo Forcados Amadores de Lisboa, na inauguração da primeira fase da construção da Praça de Toiros da Terrugem.
Foto: www.gfalisboa.blogspot.com

07 dezembro 2007

Direitos Humanos

Dia 10 de Dezembro é o dia Internacional dos Direitos Humanos, nunca é demais relembra-los como fizemos no post em baixo; penso que Portugal tem feito alguns atropelos a esses mesmos direitos, primeiro foi José Sócrates não ter recebido Dalai Lama, um dos simbolos máximos da Paz e dos direitos Humanos, outro factor negativo é receber agora com pompa e cricunstância com a cimeira UE-África toda a espécie de ditadores e corruptos que simbolizam o contrário daquilo que a humanidade quer e precisa: Direitos e Paz

05 dezembro 2007

Direitos Humanos

Todo o ser humano tem direito à liberdade de opinião e de expressão, o que implica o direito de não ser inquietado pelas suas opiniões e de as poder divulgar e manifestar livremente.

04 dezembro 2007

Faz hoje 27 anos que morreu Sá Carnerio


Foi um dos políticos mais marcantes do século XX português. A luta pela democracia norteou-lhe a vida. Foi um herói romântico que desafiou os preconceitos da sociedade onde vivia. Fundou o Partido Popular Democrata (PPD) e em 1980 tornou-se primeiro-ministro. Francisco Sá Carneiro chegou ao fim como viveu: de forma brutal. Morreu num acidente de avião, cujas circunstâncias não foram completamente esclarecidas. “Sá Carneiro ajudou-nos a mobilizar contra todo o tipo de ditadura”, diz Fernando Seara, presidente da Câmara de Sintra.

03 dezembro 2007

Petição


Petição em prol das Crianças

Vítimas de abusos sexuais.



Subscreva no Link acima

26 novembro 2007

Festas Santo António 2008

Já estão asseguradas as Festas em Honra de Santo António da Terrugem para 2008, por uma comissão de jovens da terra.
Diga-se que tomaram uma atitude bastante Nobre, tanto pelo projecto que abraçam, assim como por trazerem verdade à tradição: O pendão foi apregoado e agora "apanhado", por estes jovens. Resta desejar-lhe que tudo corra pelo melhor, e que os Terrugenses se possam divertir, e receber os forasteiros e Amigos como tanto sabem e prezam...

25 novembro 2007

Pedro Namora acusa, e BEM José Sócrates

O ex-casapiano Pedro Namora responsabiliza o primeiro-ministro, José Sócrates, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, Vieira da Silva, e a actual presidente do Conselho Directivo da Casa Pia, Joaquina Madeira, por abusos sexuais que ocorram na instituição. Em declarações ao CM, Pedro Namora acusa o Governo de ter nomeado uma equipa que não é capaz de responder às necessidades dos alunos da instituição.
“Responsabilizo José Sócrates, Vieira da Silva e Joaquina Madeira por todos os abusos que ocorram na Casa Pia. Vamos denunciar este Governo por ter nomeado uma equipa que não responde às necessidades da instituição”, afirmou o ex-casapiano, referindo-se às diligências que têm levado a cabo junto de organizações internacionais: “Queremos denunciar o caso internacionalmente. Já denunciámos que a equipa da PJ que iniciou a investigação foi desmantelada e que o anterior procurador foi afastado. Mais, já demos conta de que Vieira da Silva, que há dois anos e meio atacava as vítimas, descredibilizando-as, foi colocado por José Sócrates à frente da instituição mais afectada com todo este problema”.Pedro Namora afirma ainda que “as crianças da Casa Pia estão em pânico”, devido à reorganização da rede de angariação de jovens para actos pedófilos: “Com estas pessoas, não há hipótese de fazer a recuperação da instituição. O núcleo central que actua na provedoria e em alguns colégios da Casa Pia está a refazer-se rapidamente e isso não podemos aceitar”. O ex-casapiano conclui, dando conta da falta de confiança e desânimo existentes nos alunos: “Com a tutela da Casa Pia em Vieira da Silva e com a colocação da Joaquina Madeira na provedoria, toda a confiança que existia na antiga provedora morreu. "DIAS ANDRÉ TEM CONHECIMENTO"“Noto a ausência de magistrados que estiveram na investigação destes crimes há cinco anos, como o inspector-chefe da PJ, Dias André, que até está aposentado e que conhece bem o meio e sabe lidar com as crianças”, afirmou Pedro Namora, referindo-se à equipa nomeada pelo procurador-geral da República para vigiar a situação das crianças em instituições do Estado, liderada por Maria José Morgado.
André Pereira (Correio da Manhã)

24 novembro 2007

Corrida Elvas

Se não se venderem bilhetes, como vem sendo hábito, as borlas é para todos ou é sempre prós mesmos'???

23 novembro 2007

Verdadde

Como disse um grande toureiro Espanhol:
"El Mundo entero es una enorme plaza de toros,
onde aquele que no torea, embiste,
y eso és todo".

20 novembro 2007

Tauromaquia


Pedófilia "legal" em Portugal


Abusos Sexuais em Portugal - Silêncio do PCP

Hoje estão em prisão preventiva ,e em cumprimento de pena , vários individuos , centenas, muitas centenas.Portugal despertou para o abuso sexual com o Processo Casa Pia.Foi como se tivessem aberto as portas do Inferno. De um momento para o outro o provinciano, arcaico e conservador Portugal despertou para uma realidade atroz: O abuso sexual de que são vitimas as crianças e jovens portugueses.O Portugal dos "brandos costumes" , católico, moralista, humanista, afinal é uma terra onde as taras estão à solta.O Partido Comunista Português nunca censurou, condignamente ,esta triste realidade que nos desmerece e que nos envergonha.Porque será?Haverá telhados de vidro no PCP? Mesmo nos deputados do PCP?Seja como for é estranho este silêncio do PCP. Muito estranho, a não ser que haja um pacto entre o PCP e o PS para não fazerem ondas!Mas que fica mal ao Partido Comunista , lá isso fica.Sobretudo no caso da Casa Pia o silêncio do PCP é intolerável, inadmissível.Pobres jovens e crianças portuguesas .
(In blog Advogado , José Maria Martins)

09 novembro 2007

Foi assim

Vale a pena ler este livro, a prova na primeira pessoa do que foi e ainda resta do comunismo, e caso para dizer: Do que nós nos livrámos!
Nunca devemos seguir um ideal sem o conhecer por fora e por dentro, mas ter acima de tudo uma mente aberta e diversificada, Zita Seabra teve a coragem de relatar na primeira pessoa aquilo que é o comunismo, e além da coragem, teve a sorte de ser em Portugal, porque se fosse na Ex URSS não teria tido essa sorte....
Atenção que ainda existem animais desta raça, é verdade que está quase em extinção mas ainda existem e alguns estão disfarçados...
Dá que pensar, com o acesso a todo tipo de informação de que dispomos nos dias de hoje como é que ainda existem pessoas que defendem estes ideais,

31 outubro 2007

A verdade sobre o processo Casa Pia

Vale a pena ler a entrevista de Catalina Pestana, séria, verdadeira, triste e revoltante; reveladora de uma grande Mulher calada pelo poder politico vigente...
1ª Parte da entrevista
2ª Parte da entrevista

30 outubro 2007

O Engenheiro sanitário ENXOVALHA Luis Amado

A arrogância já se mistura com a falta de educação; nojento mesmo..... é só confirmar no link abaixo,
Acho que ele ainda viu a tempo que o Luis (neste caso Mal Amado) não tinha as mãos lavadas; e vai daí... não podemos esquecer que o homem é eng. sanitário, uma espécie de asae.... mas de fato e gravata.

Cartel Inauguração Antiga Praça Touros Èvora

Clique na imagem para aumentar.

29 outubro 2007

Maior mercado Antiguidades do Alentejo em crise. Estremoz


Maior feira de antiguidades do Alentejo atravessa tempos de crise
A maior feira de antiguidades e velharias do Alentejo é montada todos os fins-de-semana em Estremoz, num negócio que envolve peças raras e valiosas, mas que vive dias de crise, apesar de atrair muitos curiosos.
"O negócio está em crise", garantiu à agência Lusa António Oliveira, comerciante de Évora, que faz habitualmente a feira de Estremoz, a quase 50 quilómetros de distância.
Embora observando um grande número de visitantes, lamentou que a maioria ande "só a passear".
As mesmas queixas são partilhadas por outros comerciantes, que alegam estar o "negócio fraco" desde há algum tempo, embora reconhecendo tratar-se da principal feira do Alentejo, nesta área, e uma das "boas" do país, com muitos visitantes, mas a maioria apenas vê e não compra.
José Teles, vendedor de Redondo, também reconheceu que "o negócio já teve dias melhores", embora admitindo que, mesmo assim, "vai dando, mas pouco", enquanto outra comerciante, Albertina Inácio, de Loures, considerou que "os portugueses querem comprar, mas não têm dinheiro".
Mobiliário, cerâmica, faianças, porcelanas, cobres, arte sacra, livros, discos, moedas, postais, selos, utensílios agrícolas antigos e uma vasta gama de velharias são alguns dos objectos exibidos nas diferentes bancas, que constituem um atractivo para os apreciadores e coleccionadores.
Montado nas manhãs de sábado, no centro da cidade de Estremoz, ao ar livre, o certame atrai habitualmente, desde há alguns anos, dezenas de comerciantes portugueses e espanhóis, mas também turistas e gente interessada de outros países.
A feira funciona numa das alamedas do Rossio Marquês de Pombal, a principal praça da cidade e uma das maiores do país, em simultâneo com o típico mercado semanal de sábado, que decorre também ao ar livre.
Além dos visitantes portugueses, sobretudo provenientes das vizinhas localidades alentejanas, observam-se com frequência espanhóis interessados nas antiguidades e velharias, assim como comerciantes oriundos da região da Extremadura espanhola.
Juan Hereda, espanhol, de Badajoz, coleccionador de antiguidades, que visita todos os sábados a feira, considerou o certame "excepcional", enquanto o holandês Den Hartogh, que tem casa de férias na região, aprecia antiguidades, gosta "muito" da feira e "compra peças de vez em quando".
Muitas pessoas, sobretudo residentes na Grande Lisboa, que têm montes alentejanos, também recorrem a estes comerciantes para comprar os móveis e objectos que necessitam para decorar as casas, assim como para as unidades de turismo rural.
Apreciador de "coisas antigas", José Saianda, de Lisboa, que tem um monte próximo de Avis (Portalegre), disse à Lusa que costuma visitar a feira e comprar ferramentas para o monte.
Os comerciantes exibem peças que retratam a vida de tempos passados, como utensílios caseiros e adornos.
Também é frequente o negócio entre os próprios comerciantes, no sentido de satisfazer pedidos de clientes.
O alemão Nikolaus Dollman, que vive em Albufeira e fundou a revista "Feiras de Velharias", a única do sector que se editou em Portugal, até 2005, disse que visita o certame de Estremoz, duas vezes por mês, para comprar peças.
Nikolaus Dollman, coleccionador de azulejos antigos, que organiza feiras de antiguidades no seu país, montou banca este fim-de-semana, pela primeira vez, na feira da cidade alentejana, para vender, sobretudo, artigos relacionados com as suas colecções.
Por seu turno, Vanusa Silva, que nasceu no Brasil e vive na região de Óbidos, vem com frequência vender antiguidades a Estremoz e assegura que "a deslocação compensa".
"É uma feira interessante, que tem todo o tipo de antiguidades e velharias, e os visitantes apreciadores gostam desta variedade de oferta, mas é pena ser muito curta", referiu.
Vanusa Silva trabalha com o marido, que é português, e ambos estiveram radicados 32 anos em Colónia, na Alemanha, onde tinham um restaurante de comida portuguesa.
Começaram como coleccionadores e depois passaram a dedicar-se ao negócio das antiguidades e velharias.
O comerciante António Fonseca, da Guarda, que vende na feira de Estremoz uma vez por mês, realçou que o certame tem "a particularidade de ser um dos poucos do país que decorre todos os fins-de-semana".
Alguns comerciantes reconheceram que o local da feira é o melhor para este efeito, mas queixaram-se da lama nos dias de chuva e da poeirada quando há vento.
Na região realizam-se também feiras de antiguidades e velharias em Évora, Redondo, Monsaraz, Vendas Novas e Elvas.
Em Badajoz (Espanha), decorre um certame idêntico no primeiro sábado de cada mês e alguns comerciantes portugueses vendem também naquele certame.
A 12 quilómetros de Estremoz, na vila de Borba, há 16 estabelecimentos que se dedicam ao negócio das antiguidades, a maioria na Rua de S. Bartolomeu, à entrada da localidade, para quem se desloca de Lisboa.
TCA.
Lusa/Fim

Rap do Sócrates

http://videos.sapo.pt/ZrMiW1ZjzwHZZwbRNoVz

19 outubro 2007

Arrogância !!

Perante um País afundado e a andar para tráz; sobre problemáticas gerais, o primeiro ministro apresenta resoluções e resultados pontuais. Congratula-se com remédios de cura imediata e para doenças passageiras, sendo que o caso é grave.
A sua arrogância enerva o mais paciente, pede mais e mais sacrifícios e oferece dificuldades e mais dificuldades, não mostra criatividade na resolução dos problemas, e acentua a flexibilidade perante os poderosos, e os criminosos. O país assiste de braços cruzados?? vamos ver até quando resiste.......

17 outubro 2007

Sócrates

Engenheiro???????????????????????????????
Só pergunto se fosse o Santana Lopes como é que era?

Festival Abraço


11 outubro 2007

Corações de Ferro

A foto mostra oficiais nazis na estância recreativa de Solahutte, em Auschwitz; o tempo livre entre milhões de mortes também dava lugar ao divertimento....para reflectir...!
Todoas as imagens em: www.ushmm.org

03 outubro 2007

Atenção Aficionados

Caros aficionados,

Na próxima 5ª feira, dia 4 de Outubro, será transmitida pela RTP 1, da Praça de Touros do Campo Pequeno, mais uma Corrida à Portuguesa em directo.
Têm havido alguns protestos por parte dos anti-taurinos para o Provedor, pelo facto da RTP ter efectuado algumas transmissões directas de Corridas de Toiros, durante este ano e em particular porque no dia 4 de Outubro é o Dia Mundial da Protectora Animal.
Os, ditos, "protectores dos animais" estão a inundar as caixas de e-mail da RTP e do Provedor da RTP com protestos pelo facto deste canal, que também é nosso, apoiar a tauromaquia.
Como irão concordar, nós aficionados, somos grandes apaixonados pelo mundo animal e muito particularmente pelo toiro e pelo cavalo. Acreditamos que o ciclo de vida do toiro bravo termina na luta que trava com a maior dignidade, dentro de uma arena de uma praça de toiros. É essa a sua natureza e é essa a nossa cultura e tradição.
Vamos, mais uma vez, cerrar fileiras em defesa das nossas raízes!

Assim apelo a todos os aficionados que enviem um e-mail para
provedor.telespectador@rtp.pt , a congratularmo-nos pelo facto de apoiarem a tauromaquia.
Não esquecer que além das referidas transmissões e do programa "Arte & Emoção", no Canal 2, ainda podemos usufruir das repetições de corridas antigas na RTP Memória e que se conseguiu que estas tivessem início através duma campanha de sensibilização do director deste canal, no final do ano 2005, ao qual foram enviados um elevado número de pedidos para que estas transmissões fossem uma realidade.

É importante mostrar a força da aficion portuguesa!

Carlos Pegado.

02 outubro 2007

A Razão

A razão nunca nos deixa sozinhos....

Imagina lo que sintió
el General Custer, quando tras
gritar
adelante mis muchachos
se volvió
y comprobó que no le sguia
nadie

AntónioM Figueras

28 setembro 2007

O Cante

O cante alentejano é outro som
é voz que se constrói como instrumento.

Mas não é cante sem - é cante com.
O cante alentejano é mais de dentro.

Voz do avesso quase gesso quase cal
unha no branco: esse é o ritmo.

O cante alentejano é espiral
de logaritmo em logaritmo

Manuel Alegre

26 setembro 2007

Portugal / Roménia

Foto: David Andrade

Râguebi: Portugal perde (14-10) com a Roménia mas sai do Mundial debaixo de aplausos
25.09.2007 - 20h58 Lusa
A selecção portuguesa de râguebi despediu-se hoje da fase final do Mundial de 2007 com uma derrota por 14-10 frente à Roménia. O XV nacional estava a ganhar a oito minutos do fim da partida, mas um ensaio dos romenos impediu que o primeiro Mundial dos portugueses terminasse com uma vitoria.
A formação das quinas chegou ao intervalo a vencer por 7-0, graças a um ensaio do pilar Joaquim Ferreira, aos 18 minutos, seguido de transformação por parte de Duarte Cardoso Pinto, mas não aguentou na segunda metade a pressão dos romenos.Depois de a Roménia ter igualado a 10, Portugal ainda chegou aos 10-7, através de um pontapé de Gonçalo Malheiro, mas, a oito minutos do final, os romenos conseguiram novo ensaio e viraram em definitivo o resultado.No final do jogo, algum jogadores não conseguiram conter as lágrimas, juntamente com o capitão Vasco Uva - que assistiu à partida no banco de suplentes, lesionado -, numa altura em que os "Lobos" saíam do relvado aplaudidos pelo público de Toulouse e pelo XV da Roménia.

25 setembro 2007

Alentejos


O Alentejos. No Barreiro.Um restaurante inteiramente dedicado à cozinha, aos sabores e à cultura gastronómica das várias regiões do Alentejo. O que há de melhor dos vários Alentejos.
Em todos eles, o restaurante Alentejos recuperou as autênticas receitas da cozinha de outros tempos e trá-las de novo ao prazer de todos. Feitas com ingredientes genuinos, das melhores origens e proveniências, de todas as partes do Alentejo.
O espaço. E o tempo. Recatado, discreto, simples e acolhedor proporciona o conforto e a tranquilidade de uma refeição bem degustada, com tempo para saborear, conversar, sentir, viver.
Virado para o rio, no novo edifício Esteiros do Tejo, no final da Av. Alfredo da Silva com a Rua Miguel Pais, o restaurante Alentejos deixa-se encontrar por quem procura uma mesa farta e sossegada. Com tempo.

24 setembro 2007

20 setembro 2007

14 setembro 2007

A juventude Elvense merecia mais!!

Este "Cromático" é um dos cabeças de cartaz para o São Mateus de Elvas deste ano; repleto de música, pimba e de mau gosto ( com excepção do fado, claro ) Cidade que se quer identificar com a cultura, e bom exemplo disso é o novo MACE, devia ter mais cuidado na escolha dos artistas, de estilos mais abrangentes e diversificados, sem esquecer a qualidade. Agora um cromo destes que canta com barrete de campino, camisa da seleção e crucifixo ao pescoço, (Faltando ao respeito a tão importantes simbolos de Portugal) não deveria ter cabimento nesta festas. Outro facto curioso é quase todos os artistas serem acompanhados das suas "Bailarinas", se a moda pega qualquer dia é ver o José António" em vez dos seus "socialistas amestrados", arranjar também um grupo de bailarinas.

11 setembro 2007

Força Portugal


Foi extremanente emocionante ver os "Lobos" cantar o Hino de Portugal.
E foi engraçado na comparação, ver a seleção de futebol também "cantar" o Hino, pareciam uns caniches.
Viva o Rugby Português ,
Viva Portugal!!!

Elvas no seu melhor???

Entra-se na rotunda, ao centro está a estátua de um ganadeiro - "inaugurada pelo presidente da câmara de Elvas, Rondão de Almeida". Dali sai-se para uma rua larga: estamos na avenida Rondão de Almeida. A meio da rua há uma fonte. Com uma placa - "arranjos urbanos exteriores inaugurados por Rondão de Almeida". E o bairro, como se chama? Será?... Que não senhor, esta zona não se chama assim: "O bairro Rondão... é lá mais para cima."Estamos em Santa Eulália, uma das sete freguesias rurais do concelho de Elvas. Como as restantes (11 no total, contando as da cidade), a aldeia guarda em pedra o périplo de inaugurações do presidente da autarquia. Já lá vão muitos anos - 14 - que o socialista José António Rondão de Almeida lidera a câmara elvense. O que é o mesmo que dizer que já lá vão muitas inaugurações. E neste concelho alentejano isso é sinónimo de placa evocativa. Os habitantes falam em dezenas. O próprio Rondão de Almeida não faz por menos e fala em centenas. Com orgulho e sem ver razão para que alguém se admire: "É muito bom sinal haver placas por todo o lado com o meu nome, como entidade que o fez. É porque há obra. E qual é a obra que não tem uma placa a marcar a inauguração?!".Nem toda a gente concorda. "Elvas bem podia deixar de se chamar Elvas", diz João Picado, militar reformado: "Não sou a favor nem contra o presidente. Ele tem feito muitas coisas, mas é a obrigação dele, é a obrigação de qualquer autarca."Vasco Pulido Valente, numa crónica no Público, chamou-lhe em tempos a Rondónia. É que, placas de inauguração à parte, Rondão de Almeida também faz parte da toponímia - dá nome à avenida de Santa Eulália e a uma das urbanizações da freguesia -, e a alguns equipamentos do concelho. Um lar em Vila Fernando, um parque subterrâneo no centro histórico de Elvas e o mais monumental dos novos edifícios da cidade: o coliseu Rondão de Almeida. "Deviam era homenagear pessoas da história de Elvas", concordam Sandra Silva e Elizabete Maurício, duas jovens elvenses. "Não acho nem bem nem mal, isso vai do critério dele", diz por sua vez Francisco Valentim.Rondão de Almeida diz que não, que não foi e não é do seu critério. Que durante três mandatos, e apesar dos pedidos, não consentiu que se pusesse o seu nome onde quer que fosse. Depois, abriu um precedente. "Em Santa Eulália pediram para pôr o meu nome numa avenida, dizendo que tinham a tradição de pôr nomes de presidentes. Pensei: 'não deixa de ter algum jeito'. Abriu-se assim o precedente. Depois, Vila Fernando também pediu". Argumenta que já não podia dizer que não: "Entre as aldeias do concelho há uma grande rivalidade."Um "rondosismo completo"Um "pecadilho" será a forma de resumir como os elvenses, mesmo os mais críticos, olham para tanta profusão de citações do nome do presidente da câmara. A avaliação da acção do autarca parece roçar o unanimismo. "Tem sido um presidente que tem auxiliado as pessoas", diz Paula Garriapa, 41 anos, habitante de Santa Eulália. "Antes estava tudo escavacado, agora as ruas estão arranjadinhas", corrobora Francisco José Badalo, 72 anos, de Vila Fernando, que diz votar em Rondão de Almeida "desde sempre". "A cidade melhorou bastante", "nota-se muito a diferença", sublinham também Sandra e Elizabete. Ouça-se então a oposição elvense, pela voz de Eurico Candeias, do PSD, vereador sem pelouro no município: "Fez coisas que mais nenhum Executivo fez. É um trabalhador nato e quando pensa executar uma obra, faz. É um homem com coragem política." Um discurso muito diferente das guerras de comunicados e conferências de imprensa que em tempos manteve com o presidente da câmara. O social-democrata faz um resignado encolher de ombros - "O povo gosta dele, dá-lhe uma grande maioria, até demais, a oposição fica sem voz... Até a direita vota nele... Isto é um rondosismo completo". Que se explica como? A resposta do próprio Rondão de Almeida é um desfilar de obras e programas: "Hoje, o concelho de Elvas tem 16 polidesportivos, estádios de futebol e de atletismo, piscinas, museus, lares e centros de dia em todas as freguesias, é um concelho que ocupa todos os jovens que estão desempregados, que tem o cartão da Idade de Ouro" para os mais velhos. E excursões patrocinadas pela câmara a Fátima, à Batalha e a Braga. E jantares anuais, mais o jantar de Natal para maiores de 60. Rondão de Almeida usa a expressão "as minhas obras", invoca-as como a razão para votações na ordem dos 60 a 70% que tem registado em sucessivas eleições autárquicas. Mas garante que não gosta de unanimismos: "Fico satisfeito por, de quando em quando, encontrar uma pessoa que me olha de lado."
Susete Francisco (DN)

29 agosto 2007

Faleceu Flamínio Roza



José Flamínio Roza, 61 anos, advogado, fundador e presidente da Fundação Alentejo Terra-Mãe, faleceu na madrugada de hoje, 28 de Agosto, vítima de doença prolongada. Era natural de São Cristóvão, concelho de Montemor-o-Novo, onde nasceu em 17 de Junho de 1946. Licenciado em Direito pela Universidade Clássica de Lisboa, teve uma carreira discreta mas fulgurante, quer como advogado – considerava-se "um operacional" , quer como consultor jurídico, tendo-se destacado em processos de arbitragem nacionais e internacionais.
A doença atingiu-o cerca de um ano depois de ter concretizado o sonho da sua vida: a instituição de uma fundação destinada a preservar e promover as tradições, a história e a cultura do Alentejo, bem como a contribuir para o seu progresso e desenvolvimento. Essa instituição tornou-se realidade em Fevereiro de 2005 com o nome de Fundação Alentejo Terra-Mãe. Tem sede na zona histórica da cidade de Évora, edita uma revista e possui uma estação de rádio, ambas como o nome de Alentejo Terra-Mãe), além de se aplicar em múltiplas actividades, incluindo a solidariedade social, com a distribuição diária de refeições aos mais necessitados de Évora, iniciativa a que o próprio fundador chamou "Sopa Rica".
O corpo de José Flamínio Roza estará em câmara ardente no Salão de Exposições da Fundação, Rua dos Penedos, nº 13, B, Évora, a partir das 19 horas de hoje. O funeral realiza-se, amanhã, 29 de Agosto, às 12 horas, no cemitério da Ferreira do Alentejo.


Diário do Sul

28 agosto 2007

Tourada

Se a vida fosse uma tourada
Ai como seria adorada!
Ter de ultrapassar obstáculos
Com lealdade e coragem
Com arte e sacrifício!
Ai que bela seria a vida
Se a honestidade fosse um vício
Se os obstáculos fossem encarados de frente
Se houvesse um toureiro em toda a gente!

FNCV

08 agosto 2007

06 agosto 2007

Campo Maior


01 agosto 2007

31 julho 2007

Voltaram as Festas de Santo António

Com a aproximação do mês de Agosto, era sempre grande a azáfama na aldeia:
As mulheres caivam de branco as casas e os muros dos quintais; as costureiras ( A Maria Fitas, a Balbina, a Maria Manecas e outras) não davam maõs a medir para acabarem, nos dias aprazados, os vestidos para a festa que se aproximava;
Os alfaiates de Borba, de Vila Viçosa, e de Elvas viam-se gregos para aprontarem os fatos que o Escada (vendedor ambulante de fazendas de lã) havia vendido nos últimos meses.
Os festeiros andavam numa roda viva para terem, a tempo e horas, os bois para as touradas, a banda para a animação das festas e, sobretudo, o dinheiro para o pagamento das despesas de organização.
Durante anos e anos, o festeiro foi quase sempre o Zé Bajanca, sapateiro de profissão, que não era muito dado ao trabalho e que conseguia, com os lucros resultantes da realização das festas, alguns cobres que lhe permitiam suportar as despesas domésticas ao longo dos restantes onze meses do ano.
Mas o festeiro era ajudado por muita gente:
As raparigas e os rapazes que enrolavam os bilhetes para a quermesse e depois os vendiam na noite de arraial;
As mulheres que faziam as bandeiras de papel para ornamentação do adro e de algumas ruas;
O Zé do Músico que, invarialvelmente, preparava o adro da igreja com o coreto, a quermesse, as tômbolas e as bandeiras;
A população mais abastada que contribuia com as fogaças que os próprios arrematavam nas noites de arraial;
Os lavradores e seareiros que contribuiam com as suas esmolas em alqueires de trigo;
Os proprietários que emprestavam os carros de parelha e as zorras para se fazer o redondel onde decorriam as touradas;
Os rapazes que , quase sempre com o Mestre Mário à frente, se encarregavam da venda dos bilhetes para o dito espectáculo taurino e depois controlavam as entradas;
O povo anónimo que deitava na "bacia" as esmolas para o Santo António, verba que revertia para o festeiro e não para a igreja, como era de supor;
E, finalmente o abastado lavrador que emprestava os bois para a tourada à vara larga.
A festa começava no Sábado com a chegada da banda de música que vinha quase sempre de Elvas, de Veiros, do Vimieiro ou da vizinha colónia de Vila Fernando.
No Domingo e na Segunda-feira tinham lugar as cerimónias religiosas _ Missa Solene e Procissão em honra de Santo António - touradas e arraiais com fogo preso e de ar.
Mais modernamente, começaram a realizar-se os bailes em recintos fechados, a par de concertos musicais que ficaram apenas para os mais velhos e para os menos endinheirados.
Um dos pontos altos da festa tinha lugar imediatamente a seguir à tourada de segunda-feira - era o apregoar do pendão.
Acompanhado pela banda e por alguns dos seus colaboradores, o festeiro, do úlimo degrau da escadaria do adro da igreja, fazia , perate a população, o balanço dos festejos, agradecia a colaboração e perguntava: Quem quer pegar no pendão de Santo António para fazer a festa para o ano que vem, com mais aumento se puder?
Normalmente não havia candidatos e o amigo Zé Bajanca lá fazia o sacrifício de assegurar a festa por mais um ano.
Organizava-se então uma procissão com o pendão, empunhado pelos novos festeiros, até á residência de um deles, onde era oferecido um beberete.
O dito pendão ficava ali guardado até ao inicio das novas festas.
Outro momento alto era a tourada à vara larga.
Quando o gado era manso, a populaça exclamava em grande algazarra:
Venha o dono que também se agarra!
Mas se pelo contrário, o lavrador emprestava touros realmente bravos, havia feridos por tudo quanto era sitio, nem o ratadas de Vila Boim era capaz de os agarrar e todos refilavam que a corrida não prestara.... "porque não tnha havisto pega nenhuma"
No rescaldo dos festejos havia sempre uma almoçarada para o festeiro e colaboradores mais chagados e, quase invariavelmente, surgia o lamento de que o dinheiro nem sequer dera para as despesas....
Hoje em dia é diferente: há comissões de festas, na dependência da autarquia ou paróquia, e os lucros, bastante apreciáveis, revertem a favor da igreja ou de obras de beneficência.
Mas o progresso nem sempre é sinónimo de eficácia
Lembro-me de ouvir contar que, há alguns anos, na publicidade inserida no programa das festas, podia ler-se este anúncio caricato que teve honras de publicação no jornal "OS RIDÌCULOS":
Barbearia Central, junto ao recinto das festas fornece cortes de cabelo, barbas , pirolitos, laranjadas e cervejas; TUDO GELADO.
( Figuras e factos da Terrugem) João Ribeirinho Leal)

Pois é; este ano voltamos novamente a ter festas, e queremos assim dar os parabéns a quem as organiza de forma desprendida e sem qualquer tipo de contrapartida, sem ser o muito trabalho, de muitos e muitos dias e ainda nos próprios dias de festa (Aqui ainda mais trabalho) além de abdicar do tempo que poderia dedicar à família e amigos, para assim poderem oferecer 4 dias de puro divertimento à população e forasteiros. Um cartaz que junta tradição e inovação, que julgamos ser do melhor.Parabéns e que tudo corra da melhor forma possível.